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Quatro meses depois, Prefeitura de Maceió segue devendo mais de 40 artistas que se apresentaram no São João

Prefeito JHC Prioriza Festas em Detrimento de Compromissos com Artistas do São João 2023, Mesmo Após Quatro Meses de Atraso e Denúncias de Calote

Publicada em 20/10/2023 às 17:50h | Por Redação 

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Quatro meses depois, Prefeitura de Maceió segue devendo mais de 40 artistas que se apresentaram no São João
Prefeitura de Maceió segue devendo mais de 40 artistas que se apresentaram no São João  (Foto: Itawi Albuquerque / Secom Maceió - )


Mesmo após quatro meses de atraso e denúncias sobre o calote da Prefeitura de Maceió em artistas que se apresentaram no São João 2023, o prefeito JHC preferiu continuar fazendo festas em vez de honrar compromissos da administração municipal.

Depois de diversas tentativas de diálogo, mais de 40 artistas ainda não receberam seus cachês, assim como equipes técnicas e outros profissionais do setor cultural e de produção de eventos.

Na lista de artistas com cachês atrasados há nomes conhecidos do público, como Banda Magníficos, Taty Girl, Zé Vaqueiro e artistas do segmento gospel, valores estes que podem ser conferidos no Portal da Transparência do Município.

Enquanto os profissionais esperam por seus direitos, o prefeito de Maceió faz a festa. Desde setembro, quando a prefeitura confirmou o calote e até denúncias da situação foram apresentadas na Câmara de Vereadores de Maceió, a prefeitura de Maceió realizou ao menos outros três eventos na orla da capital.

"É uma vergonha uma cidade como Maceió estar com fama de caloteira no mercado. Nunca esperamos isso, nunca passamos por isso. É a primeira vez que passamos quatro meses para receber cachês. A situação já está insustentável, tem empresários que desembolsaram o valor para pagar suas equipes e agora estão passando necessidade. Não é só o grande artista, nem o grande empresário. Tem equipes que trabalham e precisam receber", afirma um dos produtores, que prefere não ser identificado.


MEDO DE REPRESÁLIAS

Também em setembro, quando os produtores culturais criaram um grupo para discutir a situação e ameaçaram judicializar o chamado "São João do Calote", o grupo foi informado que seria melhor não envolver a justiça.

"Avisaram com clareza que quem judicializar não fecha mais contrato. Essa é a forma de se trabalhar? A Fmac não diz nada, não tem gestor, o outro saiu porque tentou resolver, mas o secretário da Semce não permitiu. E mesmo sem resposta é pra gente ficar esperando de braços cruzados?", completa.




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